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Battlestar Galactica: Season One review

Posted : 10 years, 1 month ago on 10 October 2007 09:29 (A review of Battlestar Galactica: Season One)

The World is over.
The fight is just beginning.

Esta é muito mais de que uma série de ficção científica. Esta é uma distopia onde se explora o que pode acontecer quando as criações se voltam contra o seu criador. Onde se fala de família e traição, terrorismo e religião, política e exército.

O final da mini-série (ou episódio, piloto, como lhe queiram chamar) prometia muito, especialmente com aquele twist final. Porque é que demoraram um ano inteiro para continuar a história não sei, mas valeu a pena esperar, pois o início da primeira temporada de Battlestar Galactica consegue superar todas as expectativas. 33 começa a sua acção cinco dias depois do final da mini-série, com a armada a tentar fugir dos Cylons, sem saber que foram já infiltrados e que o perigo pode vir de onde menos esperam. Um perigo que estará escondido durante os treze episódios que constituem a temporada, e que se irá revelar apenas no final, numa cena completamente inesperada.

Mas nem só os Cylons criam problemas à humanidade: dentro dos próprios sobreviventes há facções com agendas diferentes. De Galactica, o comandante Adama (Edward James Olmos) vai ter de aprender a conviver com a presidente Laura Roslin (Mary McDonnell) e o governo provisório das Doze Províncias. Por outro lado, continua a tentar a reconciliação com o seu filho, Apollo (Jamie Bamber), que nem sempre irá estar do seu lado. E como se os conflitos externos não fossem já suficientes, há que tentar governar uma nave com um primeiro-oficial bêbado e hostil, uma instructora de voo volátil e tripulantes com lealdades duvidosas.

Uma das grandes mudanças, que gerou mais polémica nesta nova versão, foi a alteração de algumas personagens, especialmente a personagem da Starbuck. Enquanto que no original era um homem, nesta nova série é interpretada por Katee Sackhoff que, temos de admitir, está a fazer jus à personagem original: a hostilidade, o álcool, os charutos, o poker, tudo está presente. E embora se tenham respeitado estes elementos, é bom ver que também Starbuck, tal como o resto da série, tem um tom mais negro e pesado, como convém a uma história de sobrevivência.

Mas se há personagem que se destaca, tem de ser Gaius Baltar, interpretado por James Callis. Responsável pelo holocausto, vive com medo de ser descoberto e de ter de pagar pelos seus crimes. Mas, para além do seu carácter duvidoso, é a sua relação com Number Six (Tricia Helfer) que o torna uma das personagens mais interessantes da história. Estará a ser guiado pelos Cylons, será um agente secreto? Ou será que todas as suas interacções com Number Six são apenas imaginação, a sua consciência que o obriga a caminhar para o lado do mal?

E no conflito entre o bem e o mal, entre o pragmatismo e a religiosidade, não estarão os papéis invertidos? Afinal, são os Cylons quem defende a existência de Deus, de um único Deus, e que ao o renegarem, os humanos perderam o seu caminho. Será essa a razão do ataque e do holocausto da humanidade?

Battlestar Galactica é uma série imperdível, com uma banda sonora excelente, e que todos deviam experimentar. Mesmo aqueles que não gostam de ficção científica. Prometo que vão gostar.


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